WILLEM DIAS

WILLEM DIAS no cinema há mais de 30 anos, fez o caminho inverso de Getúlio: deixou a História para cair na vida. Depois de quase dois anos frequentando as aulas do curso História da PUC, abandonou a graduação. Passou a trabalhar como assistente de montagem, primeiro em publicidade e depois no cinema, com Galileu Garcia Jr., de quem foi assistente na edição de “Feliz Ano Velho” . Quando Collor praticamente acabou com a produção de longas no começo dos anos 90, voltou para publicidade como editor de som, função que exerceu por alguns anos na Jodaf. Paralelamente, montava os primeiros curtas de Beto Brant, Mauro Lima. Até que em 97 montou seu primeiro longa, “Os matadores” de Beto Brant. E já de cara, ganhou o Kikito de melhor montagem no Festival de Cinema de Gramado.Não parou mais. Seu nome consta nos créditos de montagem de diversos filmes brasileiros, tanto documentário como ficção, entre eles: “À margem do lixo” de Evaldo Mocarzel, , “Os 12 Trabalhos”, de Ricardo Elias, “Carandiru, Outras Histórias”, série da Tv Globo, direção de Roberto Gervitz, supervisão de Hector Babenco; ” Crime Delicado”, de Beto Brant, “Eu receberia…” de Beto Brant, Super Nada de Rubens Rewald, De menor de Caru Alves de Souza entre outros.